Conjuntura economica

Ideologias e a crise econômica / Ideologies and the economic crisis

Situações de crise abrem espaço para teóricos revolucionários promover movimentos de destruição e de critica a um segmento da sociedade. Porém, promovem a destruição sem ter em mente metas claras. Depois de quebrar sistemas políticos e produtivos o que ocorre? O estado assume (Cuba, Rússia, Bolívia, entre outros) e “exclui” todos aqueles contrários a ideologia? A sociedade vive na anarquia? A sociedade não é tão simples e não age como comunidade de formigas ou abelhas. A humanidade tem pluralidades com gestores, empreendedores, pensadores, etc. É uma tarefa impossível instaurar um sistema lógico sem falhas.

As soluções podem surgir quiça por meio da analise da história recente e de teóricos de diversas correntes. Principalmente, daqueles que trataram do crescimento e desenvolvimento econômico. Alguns dos economistas mais conhecidos e lembrados até os dias de hoje continuam sendo Schumpeter (inovação e ciclos de desenvolvimento), Adam Smith (precursor do Liberalismo e Neo liberalismo), David Ricardo (Comercio internacional e vantagens comparativas), Keynes (Consumo e Gastos públicos), Friedman (contra posição a Keynes, liberalismo e estado mínimo) e Marx (crítica e análise do sistema capitalista).

Mas existem, também, outros teóricos antigos e novos que sugerem saídas interessantes para crises econômicas e políticas. Como forma de evitar a visão voltada sempre para os países do primeiro mundo temos, por exemplo, Raul Prebisch (CEPAL). Além disso, surgem novas líneas de raciocínio que continuam sendo debatidas recentemente baseadas em autores como Ignacy Sachs (Desenvolvimento sustentável),Juan Martínez Alier (Economia Ecologica).

As análises e debates entre economistas tanto na academia quanto nas mídias continuam vazios e pontuais. Somos reféns de um modelo ilógico que reúne taxas de juros e impostos elevados, estado de participação elevada, falta de meritocracia, produção com predominância de produtos de baixo valor agregado, baixo incentivo a P&D. Todas essas medidas fazem parte da falta de gestão, conhecimento e análise de teorias para buscar saídas para crise menos agressivas para a sociedade em todo sentido (econômica, social e ambiental).

Quem sabe mudando as regras a sociedade e os políticos passem a buscar agir com eficiência, clareza, transparência, racionalidade, cooperatividade e solidariedade e acima de tudo ter entusiasmo com o país e não com o próprio partido político.



Crisis situations open space for revolutionary theorists promote movements of destruction and critical to a segment of society. However, promote the destruction without having in mind clear goals. After breaking political and productive systems what happens? The state assumes (Cuba, Russia, Bolivia, etc.) and “exclude” all those opposed to ideology? Society lives in anarchy? Society is not so simple and does not act as a community of ants or bees. Mankind has pluralities with managers, entrepreneurs, thinkers, etc. It is an impossible task to establish a logical seamless system.

The solutions may arise perhaps through analysis of recent history and theorists from various currents. Especially those that dealt with the economic growth and development. Some of the best known economists and remembered to this day remain Schumpeter (innovation and development cycles), Adam Smith (precursor of Liberalism and Neo liberalism), David Ricardo (international trade and comparative advantages), Keynes (consumption and public spending ), Friedman (against position to Keynes, liberalism and minimal state) and Marx (critique and analysis of the capitalist system).

But there are also other old and new theorists who suggest interesting outputs for economic and political crises. In order to avoid facing vision always to the first world countries have, for example, Raul Prebisch (ECLAC). In addition, there are new líneas of reasoning that are still debated recently based on authors such as Ignacy Sachs (sustainable development), Juan Martínez Alier (Ecological Economics).

The analysis and debate among economists both academia and the media remain empty and punctual. We are hostages of an illogical model which includes interest rates and high taxes, high participation status, lack of meritocracy, production with predominance of low value-added products, low incentive to R & D. All these measures are part of the lack of management knowledge and analysis of theories to seek outlets for less aggressive crisis to society in every sense (economic, social and environmental).

Perhaps changing the rules society and politicians start to seek to act with efficiency, clarity, transparency, rationality, cooperativeness and solidarity and above all have enthusiasm for the country and not with their own political party.

Padrão